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January 04 POVO DEIXE SEUS COMENT'S AQUI PRA TODOS PODEREM VER...RS MAS CUIDADO ..HAHAHAfesta de fim de ano??? September 06 QUANDO SE É CRIANÇA NÃO VEMOS O PECADOA Festa
O termo Festa pode ser definido de diversas formas e sob pontos de vista divergentes, mas existe um ponto comum: o lazer. Neste sentido geral, temos a recreação, a diversão, a reunião, a amizade, a libido, o medo, a timidez, o bem-estar, enfim inúmeras sensações nos são remetidas ao estarmos em um ambiente festivo. De forma geral é provável que uma festa seja um sinônimo de descontração, de desobrigação e de relaxamento. Mas nos descontraímos de que? E nos desobrigamos de que? Só existe uma resposta: a festa é considerada como um afastamento temporário de nosso trabalho! Podemos entender por trabalho tudo aquilo que ‘nos pesa à nossas costas’, como a pressão familiar, as obrigações da nossa profissão, as intensas atividades da faculdade e principalmente, as cobranças da sociedade como um modo geral. Agora esqueça todas essas concepções, realmente é difícil, mas não é impossível. Vamos conceber ao termo Festa um novo significado e vamos entendê-lo por uma espécie de fuga. Fuga de tudo o que nos pressiona. Então, se não fossemos pressionados de nenhuma forma, não precisaríamos de festas, certo? E R R A D O !!! Quando não temos horários determinados para nossas atividades, reclamos à falta de uma rotina. E quando temos uma rotina nos desesperamos para sair dela! Conclusão: precisamos de festas e precisamos delas como permissões. Permissão. Termo esse que se esconde no conceito puro de festa, pois é através dele que se possibilita a tão necessária fuga. É o que estimula e motiva o homem. Por exemplo, podemos citar que na Antigüidade, as homenagens ao deus Dionísio ou Baco, com suas grandiosas festas, deram origem aos bacanais que com o passar dos séculos foram incorporados às permissões sem limites da festa da carne, que mais tarde veio a se chamar Carnaval. Essa tal permissão, também inclui a questão da infantilidade liberada em uma festa e possui semelhante relação à rotina: se de um lado elegemos a infância como o período que contém a chave explicativa para o que somos, pensamos e sentimos; de outro, fazemos de tudo para que os infantis deixem de ser infantis. O interessante disso é que essa barreira é desfeita durante uma festa, onde podemos liberar certo nível de infantilidade de forma aceitável. É claro que, mesmo isentos de subjulgamento pela permissão que advêm da festa, ainda assim carregamos toda uma bagagem de timidez, medo e vergonha. Devido a isso, a infantilidade mais pura, que geralmente é associada a uma criança, toma forma de outras individualidades: a dos loucos, doentes, criminosos, homossexuais, prostitutas, libertinos, depravados... A grande meta de uma festa é: nos desprendermos de todos os nossos preconceitos, dogmas e sentimentos de culpa e utilizarmos de forma plena toda a permissão que nos é concedida, para assim buscarmos a infantilidade pura, mesmo que cruel, que nos foi tomada ao entrarmos na fase adulta. “Festa é um contexto, um ambiente, um fenômeno cultural global não reduzível a ritual ou cerimônia, nem mesmo a uma atitude.”
(Velasco, 1982).
O B-CO acredita que a infantilidade pode ser formada por coisas boas e ruins. Convidamos a todos para descobrir isso...
Feed Back Estruturado - FLS
"O seu olhar melhora...”
Não gostaria de ter transmitido a imagem que passei para a sala durante os três primeiros meses de aula, os feed-back’s que recebi me fizeram pensar muito na forma que tenho conduzido minha vida, não só na sala mas também lá fora.
Ultimamente tenho passado por terríveis conflitos, quem sou?, porque sou? para onde vou? etc. Como Platão disse: “Só sei que nada sei”pois os 28anos e 8 meses de vida parecem que não foram suficientes para definir alguns pilares. Não sei dizer o que esperar das pessoas que convivo e vice-versa.
Diante da janela de Johary não sei dizer se me encontro na janela MC (tipo matraca), pois falo tanto, mas tanto, que não deixo as pessoas verem ao certo quem eu sou, com isso o verdadeiro André fica restrito às pessoas mais próximas e as com que tenho mais afinidades.
Quanto as pessoas mais próximas tenho uma ótima sensação de ser importante para elas , nos trabalhos em grupo, nos bate-papos depois e durante as aulas, elas me ouvem tanto quanto eu as ouço, procuramos nos ajudar mutuamente, não tenho o que reclamar deles delas e acho que elas também, acho até que os incentivos e elogios da dinâmica VPPSI vieram deles, coisas como “você é o tipo de pessoa que encanta todos que estão ao seu redor” só pode ser delas. Já as broncas e o feed-back estruturado ma tiram um pouco do meu sono. Será que “falo” tanto assim nas aulas? “Falo muitas coisas obscenas na sala”? “Faço comentários sem graça”? “Tento apenas ser o engraçado durante a aula? Por isso disse no começo que estou ainda formando meus pilares. Lia alguns dias atraz uma frase do teólogo Leonardo Boff sobre o seu ultimo desejo, e que define bem o que ando sentindo, a resposta foi a seguinte: “Ver Deus. E parodiando Freud, eu teria muito mais perguntas para fazer a Ele do que ele para mim”.
Tenho total consciência que “ninguém se engana mais do que os que se consideram infalíveis”Jucelino Kubitschek de Oliveira, e não é a toa que o titulo dessa dissertação é O seu olhar melhora..., com o seu e o olhar de todos que convivem comigo desejo me tornar um excelente profissional e amigo, de todos, sem restrições, quero ver e entender as pessoas muito alem do que meus olhos enxergam, quero que a filosofia continue alimentando as alma e a s mentes insanas e assim continuar no meu caminho, que não sei onde vai dar e como irá acabar. b-co ameo ou odeieCaros visitantes,
Enquanto o b-co não se estrutura financeiramente estaremos utilizado esse veiculo humilde para divulgar nossas mais recetes investitas.
Conto com todos para dar sugestões e criticas para esse blog.
Abrax
Presidente Fundador & Diretor de Marketing +55 11 4203 3824 +55 11 8441 8867
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